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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

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canções para o resto da vida (80)


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

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canções para o resto da vida (79)

ray lamontagne é um caso sério. não um disco, mas todos os discos para ilha deserta. esta canção é sublime. um dia destes ouvia-a durante o genérico de 'the conspirator' (robert redford) e não percebi porquê. ou melhor, percebo: uma boa canção não necessita de pretextos.



She lifts her skirt up to her knees
Walks through the garden rows with her bare feet, laughing
I never learned to count my blessings
I choose instead to dwell in my disasters

Walk on down the hill
Through grass grown tall and brown
And still it's hard somehow to let go of my pain
On past the busted back
of that old and rusted Cadillac
That sinks into this field collecting rain

Will I always feel this way ‒
So empty, so estranged?

And of these cut-throat busted sunsets,
these cold and damp white mornings
I have grown weary
If through my cracked and dusted dime-store lips
I spoke these words out loud would no one hear me?
Lay your blouse across the chair,
Let fall the flowers from your hair
And kiss me with that country mouth so plain.
Outside the rain is tapping on the leaves
To me it sounds like they're applauding us,
The quiet love we've made.

Will I always feel this way
So empty, so estranged?

Well, I looked my demons in the eyes
laid bare my chest, said "Do your best, destroy me.
You see, I've been to hell and back so many times,
I must admit you kind of bore me."
There's a lot of things that can kill a man
There's a lot of ways to die
Yes, and some already dead that walk beside me
There's a lot of things I don't understand
Why so many people lie
It's the hurt I hide that fuels the fires inside me

Will I always feel this way
So empty, so estranged?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

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canções para o resto da vida (78)
 
uma canção de amor é uma canção de amor é uma canção de amor é uma canção de amor é uma

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

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canções para o resto da vida (77)

as canções de engate não têm idade.

domingo, 17 de julho de 2011

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canções para o resto da vida (76)

zappa. entretido a compor a sua enciclopédia do rock, deus chegou à letra z e bloqueou. saiu-lhe isto... foi então que deus, copista nos céus, decidiu mudar de profissão e começou a criar mundos. não preciso de vos dizer qual foi o resultado, pois não? uma vez zappa, zappa forever.




para aqueles de entre vós que tiverdes dificuldade com a excelente legendagem deste vídeo, eis um excerto em plain american:

Womens liberation
Came creepin across the nation
I tell you people I was not ready
When I fucked this dyke by the name of freddie
She made a little speech then,
Aw, she tried to make me say when
She had my balls in a vice, but she left the dick
I guess it's still hooked on, but now it shoots too quick

quarta-feira, 13 de julho de 2011

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canções para o resto da vida (75)

algures neste blogue há uma garrafa a boiar com um papel lá dentro, que diz, floreados à parte: eis a canção para o meu funeral. qualquer explicação seria supérflua.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

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canções para o resto da vida (74)

a impossibilidade do amor é a maior das fábricas de canções. e stephin merritt (magnetic fields) é autor de um dos maiores tratados sobre a matéria - 69 love songs.


[vídeo não original; colagem, mais aceitável do que é costume, de imagens alusivas]

terça-feira, 21 de junho de 2011

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canções para o resto da vida (73)

coisas inexplicáveis. esta canção deixa-me triste, apesar de a achar alegre. uma espécie de nostalgia de algo que nunca se conheceu.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

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canções para o resto da vida (71 x 2)

ray of light (1998) é um disco relativamente atípico na carreira de madonna. pouca provocação, pouco espalhafato. um pouco introspectivo. dizem que influenciado pela conversão à cabala. como elemento de continuidade, talvez apenas o início da colaboração com william orbit.



you're frozen when your heart is not open

your heart is not open so i must go

quinta-feira, 9 de junho de 2011

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canções para o resto da vida (70, b)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

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canções para o resto da vida (70, a)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

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canções para o resto da vida (69)

a SEXagésima nona canção teria de ser de gainbourg. o vídeo é uma espécie de guia de instruções. não tente fazer isto em casa de cigarro na mão.


tourne-toi...

domingo, 22 de maio de 2011

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canções para o resto da vida (68)

muito provavelmente, é preciso ter estado lá, nos anos oitenta. os durutti column não se explicam e ouvir isto é um gesto todo ele memória.

domingo, 15 de maio de 2011

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canções para o resto da vida (67)

deus não é assunto que me ocupe. ignoro se sou correspondido. se falasse com deus, gostaria que fosse assim, como nesta canção de um dos maiores autores de canções da década de 90 e talvez não só, paddy macaloon. jordan, the comeback é um disco que deveria fazer parte de qualquer discoteca que se quisesse digna desse nome. mas o mundo não é perfeito, pois não deus?

domingo, 8 de maio de 2011

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canções para o resto da vida (66)

presley é um caso à parte, obviamente. desses tempos fundadores gosto muito de buddy holly, fats domino e chuck berry. por razões muito diversas e que agora não vou explicar. mas, desses três, chuck berry é outro caso à parte. o homem estava muito à frente. foi ele quem tornou o rock'n'roll coisa de miúdos, especialmente pelas letras, digamos, mais evoluídas. as consequências ainda hoje estão à vista.
you never can tell não será das canções mais características de chuck berry, mas é uma das minhas favoritas. na versão original, e que serve de banda sonora a uma cena de pulp fiction, mas também numa deliciosa reinterpretação do autor, para um programa da bbc, em 72.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

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canções para o resto da vida (65)

deliciosa, esta história do sparring partner sentimental. as histórias de paolo conte têm sempre qualquer coisa de aventura com cheiro a mar e de noites apaixonadas em bares cheios de fumo.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

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canções para o resto da vida (64)

a melhor canção portuguesa de sempre, no melhor disco português de sempre. a colaboração entre josé afonso e josé mário branco gerou momentos de pura genialidade.


nota 1. na segunda parte do excelente documentário de joaquim vieira sobre zeca, pequenas histórias como a da gravação das botas na areia para a grândola. genial.

nota 2. na rtp, terminou hoje a longa e excelente (estou a repetir-me, mas é a verdade) série conta-me como foi. e está agora a passar o espectáculo que em 2009 juntou três gigantes (josé mário branco, sérgio godinho, fausto). nunca tinha ou/visto. não resultou.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

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canções para o resto da vida (63)

é a segunda vez que philip glass surge nesta série. penso que este texto do nyt ajuda a perceber porquê.



The day with its cares and perplexities is ended and the night is now upon us. The night should be a time of peace and tranquility, a time to relax and be calm. We have need of a soothing story to banish the disturbing thoughts of the day, to set at rest our troubled minds, and put at ease our ruffled spirits.
And what sort of story shall we hear ? Ah, it will be a familiar story, a story that is so very, very old, and yet it is so new. It is the old, old story of love.
Two lovers sat on a park bench with their bodies touching each other, holding hands in the moonlight.
There was silence between them. So profound was theire love for each other, they needed no words to express it. And so they sat in silence, on a park bench, with their bodies touching, holding hands in the moonlight.
Finally she spoke. "Do you love me, John ?" she asked. "You know I love you. darling," he replied. "I love you more than tongue can tell. You are the light of my life. my sun. moon and stars. You are my everything. Without you I have no reason for being."
Again there was silence as the two lovers sat on a park bench, their bodies touching, holding handls in the moonlight. Once more she spoke. "How much do you love me, John ?" she asked. He answered : "How' much do I love you ? Count the stars in the sky. Measure the waters of the oceans with a teaspoon. Number the grains of sand on the sea shore. Impossible, you say. Yes and it is just as impossible for me to say how much I love you.
"My love for you is higher than the heavens, deeper than Hades, and broader than the earth. It has no limits, no bounds. Everything must have an ending except my love for you."
There was more of silence as the two lovers sat on a park bench with their bodies touching, holding hands in the moonlight.
Once more her voice was heard. "Kiss me, John" she implored. And leaning over, he pressed his lips warmly to hers in fervent osculation.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

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canções para o resto da vida (62)


God knows how I adore life
When the wind turns on the shores lies another day
I cannot ask for more


And when the time bell blows my heart
and I have scored a better day
Well nobody made this war of mine


fascina-me sempre que o acordeão entra no universo da música pop-rock. por exemplo, na versão ao vivo, substituindo o coro. dois modos tão diversos de criar a mesma beleza. mas isso será apenas um dos pontos de atracção neste hino. interessa-me aquele início fabuloso - god knows how i adore life - e interessa-me aquela desconcertante, mas afirmativa, declaração de vida - well nobody made this war of mine.

quinta-feira, 31 de março de 2011

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canções para o resto da vida (61)
there’s a time to be talking
and a time when it’s no use.
o silêncio, a solidão, o tempo. as canções de sandy denny são para tempos de recolhimento, contemplação. e que voz, a de sandy denny. solo.