quarta-feira, 12 de maio de 2010

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portugal - um retrato.

um salto a moncarapacho, outro a veneza. pelo meio, umas bocas entediadas sobre o nojo da nação.

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terça-feira, 11 de maio de 2010

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do novo disco de Tracey Thorn, Love and Its Opposite

segunda-feira, 10 de maio de 2010

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[Bxl, Maio 2010]

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Granta, Spring 2010

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O tempo detém-se num banco do Jardim da Estrela.

domingo, 9 de maio de 2010

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[Pub.]



os especialistas da finança dão 5 estrelas a natalie merchant. é justo, mas preocupante - os mercados andam loucos.

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canções para o resto da vida (8)


não recordo o momento exacto em que pela primeira vez ouvi os velvet underground. mas a primeira vez com os velvet, presumo, será ainda hoje uma revelação para qualquer adolescente. dos vu, ficou-me especialmente o john cale. nico, quase nada. lou reed, depende. mas ainda hoje "ouço" muito vu na música que se vai fazendo. esta é uma das suas primeiras canções, encharcada em droga até à medula. presumo que deverá ter servido de banda sonora a muitas trips de sucessivas gerações. não foi o meu caso.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

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[Paris - Bruxelas, 7 Maio 10]

quinta-feira, 6 de maio de 2010

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deu-me para ouvir o forum da tsf. falavam da aplicação dos dinheiros europeus. boa ou má? apanhei aquela parte em que um ouvinte garantia que o melhor era "entregar tudo à polícia, que eles é que sabem fazer as perguntas certas". ia eu a mudar de canal, quando o homem rectificou: "à polícia ou a uma equipa de sociólogos".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

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[é verdade... já está numa parede cá de casa]

terça-feira, 4 de maio de 2010

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gosto de jornais

por isto e por aquilo.

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as pessoas lembram-se de cada coisa...
em lisboa, está em cena uma peça de teatro chamada "foder e ir às compras". deve ser, presumo, acerca da vida monótona nas cidades.
e como noticiar uma coisas destas na televisão, em horário, digamos, normal?
na sic notícias, hesitaram e, hoje, no programa "cartaz", apresentaram três alternativas.
a pivot disse que tinha estreado a peça "fucking and shopping".
no rodapé, a peça era identificada assim: "f...r e ir às compras".
e na reportagem a peça foi sempre mencionada por "esta peça".
uma situação fodida, é o que é.

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

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o que ando a ouvir



john grant. de que nunca tinha ouvido falar, até tropeçar neste disco acabado de sair. ligeiramente (?) kitsch, com pedaços de som a fazerem lembrar uma série de coisas. anos 70, especialmente.

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há um novo gelado que promete baunilha de madagáscar. transgénica, muito provavelmente

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a puma quer acabar com as caixas de sapatos. sempre preferi a nike.

domingo, 2 de maio de 2010

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passa na televisão uma reportagem sobre vaticanistas, repórteres que seguem o papa por todo o lado. pelos depoimentos que ouvi, fiquei na dúvida se eram jornalistas, se porta-vozes. parecem os jornalistas que escrevem sobre carros.

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canções para o resto da vida (7)



"verdi cries" nem será uma das canções mais conhecidas dos 10000 maniacs. é uma canção sobre memórias - holidays must end as you know, all is memory taken with me: the opera, the stolen tea, the sand drawing, the verging sea, all years ago -, saudade, solidão talvez. e, claro, é possível apaixonarmo-nos por uma voz. pela de natalie merchant é fácil.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

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shhh... não contem a ninguém, mas aqui há alguma da melhor música que se ouve por estes dias. à borla.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

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então é assim
a contracapa da visão é um anúncio rolex. as páginas dois e três são um anúncio tag heuer. as páginas oito e nove são um anúncio audi a8.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

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o que ando a ouvir



o novo disco de rufus wainwright - all days are nights: songs for lulu - é triste, pesado, melancólico. só voz e piano. a sombra da mãe a morrer lentamente. é para ouvir em recolhimento, quase sofrimento. pouco adequado a estes dias luminosos.

o clip acima não tem rufus. é da produção para o berliner ensemble (2009), com robert wilson. a música de rufus para um soneto de shakespeare. no disco, é uma das mais belas canções.

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ao almoço, o carlos perguntou-me. então, tens falado com o mário lino? a resposta não interessa, porque, a seguir ao almoço, telefonou-me o mário lino, que nem sabe quem é o carlos. se eu sabia qual o e-mail de uma determinada jornalista. que lhe telefonou e perguntou: é verdade que andou a colar pastilhas elásticas no tampo das mesas do parlamento, numa sessão da tal da comissão de inquérito? disse-lhe - disse-me -, bem disposto, que há um problema nessa história: nunca na minha vida masquei uma pastilha elástica. disse-lhe que, sim, também tinha visto a história numa data de blogues e que também tinha lido a história num jornal. e ele: o costume, já viste? ligam, perguntam, uma pessoa diz uma coisa e eles escrevem outra. rimo-nos. durante dois anos e meio em que trabalhámos juntos, aconteceu-nos isto mais vezes do que seria suposto. dizermos uma coisa e sair outra publicada, às vezes a inversa. uma vez, tive muito dificuldade em explicar a um jornalista que ele, lino, não podia ter fumado um cigarro em determinado sítio, porque simplesmente ele não fuma cigarros, mas cachimbo. mas ainda há uns semanas me veio à mão um recorte de jornal com a tal referência ao cigarro que lino nunca poderia ter fumado. é claro que quem diz pastilha elástica ou cigarro, pode dizer tgv, aeroporto ou o diabo a sete. vale a pena desmenti-los?, perguntou um dia o alberto em livro. bom, mas isso já era outra história.

terça-feira, 27 de abril de 2010

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há polémicas que valem a pena. outras, nem por isso.
(ah... não esquecer que está a chegar o dia da mãe)

domingo, 25 de abril de 2010

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[dedicada a quem hoje descobriu cravos vermelhos]

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raid ao ikea

1 mysa vete, 1 gosa vadd, 1 dvala, 1 renate slinga.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

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canções para o resto da vida (6)



o poema foi escrito por natália correia, ainda eu não era nascido, e gravado pela primeira vez por josé mário branco em 1971.
fala de um país que, verdadeiramente, nunca conheci. um país fechado, sem sentido, de nó na garganta, como na interpretação que josé mário branco foi carregando ao longo dos anos.
é uma das mais comoventes canções portuguesas.

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[Le Soir, Bruxelas]

quinta-feira, 22 de abril de 2010

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meteu-me um bocado de impressão o oleado brilhante no piso do novo programa do herman.