segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

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Coisas muito boas que 2008 oferece a 2009.

[é favor clicar em Demon Days, fechar os olhos e esperar que passe...]


In these demon days
We’re pulling our pay
The lights on the hill
Are freezing us still
The fingers of fate
Stretch out and take
Us to a night
But something’s not right
Something’s gone wrong

The half whispered hopes
The dreams that we smoked
Puffed up and ran
As only dreams can
Dreamt by the young
Sparks to be sung
In places so bright
But something’s not right
Something’s gone wrong.

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Um dos mistérios de 2008 foi o sumiço do MIL (sinceramente, já não me lembro do significado da sigla), um grupo de jornalistas esfomeados (só se reuniam em almoços e jantares), a que se juntou a nata e a directoria da classe, muito preocupados com uns gravíssimos e sacaníssimos atentados à liberdade de imprensa que aí vinham, e que por causa disso prometiam fazer não sei o quê e mais o Diabo e que acabaram silenciados e pastoreados pelos dos costume, os que, volta não volta, voltam com uma Ordem, da qual sonham ser, aí sim, pastores-mor, de maneira a lidarem ombro a ombro com o poder e assim, quem sabe, talvez, sacar umas prebendas honoríficas. Uma pena, pois então...

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Ora aí está, finalmente, um gajo que nunca passou pelo Colombo (*), num fim-de-semana à hora de almoço.

(*) rectificação: Norte Shopping

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Fui tratar do Cartão do Cidadão. Tenho duas reclamações:
1. As estrias dos bancos da sala de espera, apesar de a dita ter sido curta, deixaram-me a assentadeira cheia de estrias e até um pouco dorida;
2. Fui informado pela funcionária que o Cartão não dá acesso directo a avales e garantias da Caixa. Tá mal...

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[já não visitava estas meninas há uns tempos. linkaram-me e fui espreitar... era a neve. perdão, que template do caraças. dá gosto ser gaja... ou assim.]

domingo, 28 de dezembro de 2008

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Já vimos este filme tantas vezes... Puxa-se as orelhas na manchete de um jornal. Cria-se o efeito. Depois... pfff.

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2008

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2008

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2008

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2008

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2008

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2008

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2008

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2008

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Por mais que tente, fico sempre a léguas da perfeição. Por exemplo, não gosto de caviar, o que me afasta, irremediavelmente, das reuniões de esquerda do dito.

sábado, 27 de dezembro de 2008

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2008



Bob Dylan

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2008



Fleet Foxes

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2008



Camané

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2008




The Ting Tings

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2008



Teddy Thompson

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2008



The Last Shadow Puppets

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2008



Vampire Weekend

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Parece que o ano vai terminar (e começar) com mais umas trocas de mimos entre israelitas e palestinianos. Há uns tempos, cheguei a tentar discutir este assunto com algumas pessoas que me pareciam sensatas. Desisti.
Hoje, dá-me até um certo conforto que se disparem uns tiros por aquelas bandas. Sinal de que, perante tanta coisa que muda tão rapidamente, há ainda coisas que nunca mudam, que nos fazem acreditar que ainda estamos no mesmo mundo em que, milénio atrás de milénio, se atiram umas pedras pelas mesmas (sem)razões de há milénios e milénios.
Além do mais, também houve um tempo em que cheguei a acreditar na bondade humana. Já não me lembro se como ponto de partida, se como ponto de chegada. A bondade humana é, afinal, ensinou-me o tempo e a vida, a mais superficial e efémera das coisas sobre a Terra. Que assim seja.

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Não sei se acontece o mesmo convosco, mas tenho notado algumas movimentações estranhas junto do banco do jardim de S. Amaro.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

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Paolo Conte, La Donna in Inverno / Sparring Partner, Verona 2005

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A ressaca natalícia:

as secretas europeias querem agora saber quem é Jesus e apanhá-lo

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No Hospital São José, em Lisboa, a urgência também regista uma forte procura. A Lusa apurou junto deste hospital que, às 20:00, os casos menos urgentes tinham de esperar oito horas e 59 minutos para serem atendidos. A espera dos casos urgentes situava-se nas cinco horas e quatro minutos e os muito urgentes 19 minutos.

[Eu hoje também pensei ir ao hospital por causa do atchim pedir um papel para não ir trabalhar na ponte mas ósdespois pensei que sempre era melhor ir trabalhar e fazer atchim no trabalho do que ficar oito horas e 59 minutos na fila do São José.]

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E agora... "a maior pistola de plástico de sempre":

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Há notícias que ainda conseguem surpreender...
E que tal a promoção de uma campanha para que tenhamos o primeiro primeiro-ministro marca branca do mundo?
[Conheço um jornalista que, a esta hora, já terá mandado aos ministros que fizeram a oferta um mail a perguntar se foi feito o respectivo concurso público para aquisição da prenda...]

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

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[Disclaimer: os posts lêem-se uns atrás dos outros, não necessariamente pela ordem em que foram escritos. De qualquer forma, o autor não se responsabiliza pela falta de sentido que tudo isto possa ter.]