Mais exactamente, assim
Marianne Faithfull - As Tears Go By (1965)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
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Há uns anos, activei o Google Alerts com o meu nome. Algo entre a vaidade e o profissionalismo. Toda a gente gosta de saber o que dizem de si (bem ou mal) e, trabalhando-se nos ou com os media, isso é de alguma forma vital.
Só que a Net tem mistérios insondáveis, e o Google Alerts fala-me todas as semanas de um mundo que já não é o meu. Um mundo de há dois, três anos... às vezes menos.
Ontem, alertou-me para algo que não tinha lido na altura [Nov. 2007], escrito por um dos bloggers de referência cá do sítio, em que o meu nome é alcandorado a missões que de todo me escapam, numa catilinária sem sentido [a velha história de que o LNEC ia estudar Alcochete a fingir, de modo a que o Aeroporto se mantivesse na Ota]. Pouco interessa aqui o assunto em concreto. Apenas registo o sorriso que me provocam estes ecos distorcidos do passado... E diverte-me ainda mais a simples ideia de um mundo em que fosse possível, a todo momento, cotejar as toneladas de disparates que todos os dias se escrevem com a realidade tal como ela se apresenta.
Só que a Net tem mistérios insondáveis, e o Google Alerts fala-me todas as semanas de um mundo que já não é o meu. Um mundo de há dois, três anos... às vezes menos.
Ontem, alertou-me para algo que não tinha lido na altura [Nov. 2007], escrito por um dos bloggers de referência cá do sítio, em que o meu nome é alcandorado a missões que de todo me escapam, numa catilinária sem sentido [a velha história de que o LNEC ia estudar Alcochete a fingir, de modo a que o Aeroporto se mantivesse na Ota]. Pouco interessa aqui o assunto em concreto. Apenas registo o sorriso que me provocam estes ecos distorcidos do passado... E diverte-me ainda mais a simples ideia de um mundo em que fosse possível, a todo momento, cotejar as toneladas de disparates que todos os dias se escrevem com a realidade tal como ela se apresenta.
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Muitas das revistas da especialidade colocam o disco For Emma, Forever Ago, de Bon Iver, como um dos melhores de 2008. Compreendo, e até gosto, mas daí...
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No último dia de aulas, um puto apontou uma arma de plástico à professora para exigir melhores notas. Parece que, segundo a presidente do Conselho Directivo, a coisa nem é lá muito grave, o chato é que tenha sido filmada e chegado ao Youtube.
Mário Nogueira, o novo Marcelo, o novo Rogeiro, já comentou. Mas extraordinário mesmo é o comentário da Federação de Associações de Pais do Porto (!): "Há culpados que têm que ser denunciados e o mais importante de todos é a administração escolar (Direcção Regional de Educação do Norte - DREN), que, sobretudo depois do caso da [Escola] Carolina Michaelis, devia ter imposto regras claras que impedissem a utilização de telemóveis durante as aulas e não o fez".
Não sei se percebem a ligação - a culpa de um puto apontar uma pistola de plástico está relacionada com a utilização de telemóveis...
A culpa, segundo os Pais, nunca poderia ser dos pais. Da educação, que deve começar e acabar em casa.
*
Aproveitei o passeio pós-almoço para deixar na reciclagem as garrafas, os jornais velhos e outros despojos. Assustei-me à distância. As coisas, os grandes contentores azuis, estavam rodeadas de lixo por todos os lados. Pensei - os outros adiantaram-se, os contentores estão cheios... Aproximei-me a medo e espreitei - afinal, os contentores estavam menos que meios. O pessoal é que não esteve para se dar ao trabalho de colocar o lixo nos buracos respectivos. Os montes e sacos de tralha, ali, como no resto da cidade, foram atirados à balda... Alguém que trate disso.
Há-de haver sempre uma DREN, uma câmara, um Governo para culpar. Seja do que fôr.
Mário Nogueira, o novo Marcelo, o novo Rogeiro, já comentou. Mas extraordinário mesmo é o comentário da Federação de Associações de Pais do Porto (!): "Há culpados que têm que ser denunciados e o mais importante de todos é a administração escolar (Direcção Regional de Educação do Norte - DREN), que, sobretudo depois do caso da [Escola] Carolina Michaelis, devia ter imposto regras claras que impedissem a utilização de telemóveis durante as aulas e não o fez".
Não sei se percebem a ligação - a culpa de um puto apontar uma pistola de plástico está relacionada com a utilização de telemóveis...
A culpa, segundo os Pais, nunca poderia ser dos pais. Da educação, que deve começar e acabar em casa.
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Aproveitei o passeio pós-almoço para deixar na reciclagem as garrafas, os jornais velhos e outros despojos. Assustei-me à distância. As coisas, os grandes contentores azuis, estavam rodeadas de lixo por todos os lados. Pensei - os outros adiantaram-se, os contentores estão cheios... Aproximei-me a medo e espreitei - afinal, os contentores estavam menos que meios. O pessoal é que não esteve para se dar ao trabalho de colocar o lixo nos buracos respectivos. Os montes e sacos de tralha, ali, como no resto da cidade, foram atirados à balda... Alguém que trate disso.
Há-de haver sempre uma DREN, uma câmara, um Governo para culpar. Seja do que fôr.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
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Os jornais publicaram fotos de Amy Winehouse em topless nas Caraíbas. Politicamente correcto seria condenar esta intromissão na vida privada da rapariga. Neste caso, vale a pena abrir uma excepção para constatar que, felizmente, Amy está bem mais saudável do que rezam algumas crónicas.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
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Hoje demorei duas horas a regressar a casa, em vez dos 30 minutos habituais. Carros por todos os lados, em todos os sentidos, em todas as posições. Coisas do dia 22 de Dezembro, rezam as estatísticas. Sem mais que fazer que esperar, entretive-me a observar os meus companheiros de infortúnio. Num carro, quatro professores em fase pós-avaliação, o trauma, o drama, a burocracia, estampados na cara. Mais à frente, um juiz (os juízes, ao contrário dos professores, nunca viajam em grupo). O rosto pesado, as olheiras, deixavam adivinhar horas e horas remexendo processos. Presume-se que, não por dentro, mas de um lado para o outro. Agora, com menos férias e com a independência ameaçada - como se sabe, a ameaça à independência dos juízes tornou-se endémica -, poucas alegrias lhes restam. Atrás de mim, dois pequenos e médios empresários, daqueles que investiram bué de dinheiro num negócio muito interessante, mas que, infelizmente, não interessa a ninguém. O tom alaranjado da pele destes compinchas não os deixa mentir - são pessoas em dificuldade. Num Mercedes topo de gama, última geração, um médico, distraído, carrega ainda o estetoscópio ao pescoço. Anda desanimado. Com os médicos é ciclíco. Quando é que os governos vão deixar de chatear os médicos? Desta vez é porquê, mesmo? Triste mesmo é aquele militar, num Volvo com uns anitos, mas muito bem conservado, a quem, garanto pelo aspecto, retiraram toda a dignidade nos últimos tempos. Percebe-se isso à distância, não os motivos. E há ainda um autocarro cheio de homens do lixo lixados com a vida. E uns agricultores que já pouco agricultam. E uns pilotos da TAP que ficam em terra. E hordas e hordas de gente desprezada, deprimida, incompreendida, e até mesmo alguns manéis alegres.
E todos, neste santo dia 22, aproveitam para fazer as últimas compras de Natal. Porque, como se sabe, a crise é grande. Uma crise que não se aguenta. Tão grande que o melhor mesmo é pegar no carro, encher o depósito e enfiar-se num centro comercial. Comprar, antes que os outros comprem o quinhão que lhes está destinado. Comprar tudo, menos a reserva para o reveillon num hotel do Continente, da Madeira, ou das Caraíbas. Isso não, que está tudo esgotado.
E todos, neste santo dia 22, aproveitam para fazer as últimas compras de Natal. Porque, como se sabe, a crise é grande. Uma crise que não se aguenta. Tão grande que o melhor mesmo é pegar no carro, encher o depósito e enfiar-se num centro comercial. Comprar, antes que os outros comprem o quinhão que lhes está destinado. Comprar tudo, menos a reserva para o reveillon num hotel do Continente, da Madeira, ou das Caraíbas. Isso não, que está tudo esgotado.
domingo, 21 de dezembro de 2008
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Depois da "maior manifestação de sempre", o "maior abaixo-assinado de sempre". Nada que não se resolva com o "maior manguito de sempre".
sábado, 20 de dezembro de 2008
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Como um filme... uma valsa triste, que é, afinal, um requiem. Brel, numa das mais belas canções que conheço. Orly.
Ils sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
La pluie les a soudés
Semble-t-il l'un à l'autre
lls sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
Et je les sais qui parlent
Il doit lui dire je t'aime
Elle doit lui dire je t'aime
Je crois qu'ils sont en train
De ne rien se promettre
Ces deux-là sont trop maigres
Pour être malhonnêtes
lls sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
Et brusquement il pleure
Il pleure à gros bouillons
Tout entourés qu'ils sont
D'adipeux en sueur
Et de bouffeurs d'espoir
Qui les montrent du nez
Mais ces deux déchirés
Superbes de chagrin
Abandonnent aux chiens
L'exploit de les juger
La vie ne fait pas de cadeau
Et nom de Dieu c'est triste Orly
Le dimanche
Avec ou sans Bécaud
Et maintenant ils pleurent
Je veux dire tous les deux
Tout à l'heure c'était lui
Lorsque je disais "il"
Tout encastrés qu'ils sont
lls n'entendent plus rien
Que les sanglots de l'autre
Et puis, et puis infiniment
Comme deux corps qui prient
Infiniment et lentement
Ces deux corps se séparent
Et en se séparant
Ces deux corps se déchirent
Et je vous jure qu'ils crient
Et puis ils se reprennent
Redeviennent un seul
Redeviennent le feu
Et puis se redéchirent
Se tiennent par les yeux
Et puis en reculant
Comme la mer se retire
Il consomme l'adieu
Il bave quelques mots
Agite une vague main
Et brusquement il fuit
Fuit sans se retourner
Et puis il disparaît
Bouffé par l'escalier
La vie ne fait pas de cadeau
Et nom de Dieu c'est triste Orly
Le dimanche
Avec ou sans Bécaud
Et puis il disparaît
Bouffé par l'escalier
Et elle, elle reste là
Coeur en croix, bouche ouverte
Sans un cri sans un mot
Elle connait sa mort
Elle vient de la croiser
Voilà qu'elle se retourne
Et se retourne encore
Ses bras vont jusqu'à terre
Ca y est: elle a mille ans
La porte est refermée
la voilà sans lumière
Elle tourne sur elle-même
Et déjà elle sait
Qu'elle tournera toujours
Elle a perdu des hommes
Mais là elle perd l'amour
L'amour le lui a dit
Revoilà l'inutile
Elle vivra de projets
Qui ne feront qu'attendre
La revoilà fragile
Avant que d'être à vendre
Je suis là, je la suis
Je n'ose rien pour elle
Que la foule grignote
Comme un quelconque fruit.
Ils sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
La pluie les a soudés
Semble-t-il l'un à l'autre
lls sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
Et je les sais qui parlent
Il doit lui dire je t'aime
Elle doit lui dire je t'aime
Je crois qu'ils sont en train
De ne rien se promettre
Ces deux-là sont trop maigres
Pour être malhonnêtes
lls sont plus de deux mille
Et je ne vois qu'eux deux
Et brusquement il pleure
Il pleure à gros bouillons
Tout entourés qu'ils sont
D'adipeux en sueur
Et de bouffeurs d'espoir
Qui les montrent du nez
Mais ces deux déchirés
Superbes de chagrin
Abandonnent aux chiens
L'exploit de les juger
La vie ne fait pas de cadeau
Et nom de Dieu c'est triste Orly
Le dimanche
Avec ou sans Bécaud
Et maintenant ils pleurent
Je veux dire tous les deux
Tout à l'heure c'était lui
Lorsque je disais "il"
Tout encastrés qu'ils sont
lls n'entendent plus rien
Que les sanglots de l'autre
Et puis, et puis infiniment
Comme deux corps qui prient
Infiniment et lentement
Ces deux corps se séparent
Et en se séparant
Ces deux corps se déchirent
Et je vous jure qu'ils crient
Et puis ils se reprennent
Redeviennent un seul
Redeviennent le feu
Et puis se redéchirent
Se tiennent par les yeux
Et puis en reculant
Comme la mer se retire
Il consomme l'adieu
Il bave quelques mots
Agite une vague main
Et brusquement il fuit
Fuit sans se retourner
Et puis il disparaît
Bouffé par l'escalier
La vie ne fait pas de cadeau
Et nom de Dieu c'est triste Orly
Le dimanche
Avec ou sans Bécaud
Et puis il disparaît
Bouffé par l'escalier
Et elle, elle reste là
Coeur en croix, bouche ouverte
Sans un cri sans un mot
Elle connait sa mort
Elle vient de la croiser
Voilà qu'elle se retourne
Et se retourne encore
Ses bras vont jusqu'à terre
Ca y est: elle a mille ans
La porte est refermée
la voilà sans lumière
Elle tourne sur elle-même
Et déjà elle sait
Qu'elle tournera toujours
Elle a perdu des hommes
Mais là elle perd l'amour
L'amour le lui a dit
Revoilà l'inutile
Elle vivra de projets
Qui ne feront qu'attendre
La revoilà fragile
Avant que d'être à vendre
Je suis là, je la suis
Je n'ose rien pour elle
Que la foule grignote
Comme un quelconque fruit.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
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Ser professor sempre foi, para uma imensa maioria de licenciados nas mais variadas coisas, uma espécie de último recurso. Vai-se para a universidade, nem sempre para a área preferida, e depois, se não aparecer nada de melhor, há sempre uma escola que, com horários reduzidos, férias longas, ausências permitidas à fartazana, progressão na carreira garantida, está de portas abertas. Parece que há, agora, quem queira clarificar um pouco esta coisa... E, enquanto se armam em quase-missionários intocáveis, os ditos professores só pensam em sair dali. Com a autoridade de quem nunca lá esteve e sempre se sujeitou às regras do lado de cá, gostava de prevenir que isto, do lado de cá, não é pêra doce.
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Da adaptação que Cohen fez do poema de Lorca, e em que todos os versos são de uma beleza cortante, gosto especialmente deste:
On a bed where the moon has been sweating
On a bed where the moon has been sweating
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
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Pequeño Vals Vienés
Federico Garcia Lorca / Leonard Cohen
Enrique Morente & Lagartija Nick
En Viena hay diez muchachas,
un hombro donde solloza la muerte
y un bosque de palomas disecadas.
Hay un fragmento de la mañana
en el museo de la escarcha.
Hay un salón con mil ventanas.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals con la boca cerrada.
Este vals, este vals, este vals, este vals,
de sí, de muerte y de coñac
que moja su cola en el mar.
Te quiero, te quiero, te quiero,
con la butaca y el libro muerto,
por el melancólico pasillo,
en el oscuro desván del lirio,
en nuestra cama de la luna
y en la danza que sueña la tortuga.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals de quebrada cintura.
En Viena hay cuatro espejos
donde juegan tu boca y los ecos.
Hay una muerte para piano
que pinta de azul a los muchachos.
Hay mendigos por los tejados,
hay frescas guirnaldas de llanto.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals que se muere en mis brazos.
Porque te quiero, te quiero, amor mío,
en el desván donde juegan los niños,
soñando viejas luces de Hungría
por los rumores de la tarde tibia,
viendo ovejas y lirios de nieve
por el silencio oscuro de tu frente.
¡Ay, ay, ay, ay!
Toma este vals, este vals del "Te quiero siempre".
En Viena bailaré contigo
con un disfraz que tenga
cabeza de río.
¡Mira qué orillas tengo de jacintos!
Dejaré mi boca entre tus piernas,
mi alma en fotografías y azucenas,
y en las ondas oscuras de tu andar
quiero, amor mío, amor mío, dejar,
violín y sepulcro, las cintas del vals.
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Dizer mal dos bancos é do mais in que há. E então à esquerda... Diga-se de passagem que os tais dos bancos também se puseram (e ainda põem, ainda põem...) a jeito. Não posso por isso deixar de saudar o sentido de humor do BES. Há vários meses que permite, na imaculada pedra branca da sua agência do Conde Barão, em Lisboa, este fabuloso graffiti:
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
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Escolher uma única canção, de vida, de amor, canção apenas, uma única, é coisa que não faço. Mas esta tem uma série de coisas, muitas coisas mesmo, de que gosto muito. Tanto.
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Eh pá, desculpem lá. Eu disse "esquerda"? Nããã... eu queria dizer "esquerdas". É assim que agora se diz, conforme esclareceu Joana Amaral Dias.
O momento é histórico. Antes, havia a esquerda, no singular, que tinha três partidos (PC, PCP e BE). Agora, há as esquerdas, no plural, que só tem um partido (BE). E ainda dizem que a matemática não é uma das mais belas formas de poesia.
O momento é histórico. Antes, havia a esquerda, no singular, que tinha três partidos (PC, PCP e BE). Agora, há as esquerdas, no plural, que só tem um partido (BE). E ainda dizem que a matemática não é uma das mais belas formas de poesia.
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O Manuel Alegre está na SIC. Acho que bate o Louçã por KO - diz "esquerda" muito mais vezes. E agora acaba de dizer que o Orçamento do Estado tem pouco dinheiro para a promoção e a difusão da língua portuguesa. Estou impressionado! Ah... é verdade, e falou da Grécia. Ah, a Grécia...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
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Isto começa a ser preocupante - os assuntos sobre os quais não tenho nada, mas mesmo nada, a dizer. Por exemplo, o Manuel Alegre e o forum da verdadeira esquerda. O que era mesmo aquilo!?
domingo, 14 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
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Hoje, deu-me para espreitar o Louçã na Judite. O homem tem uma obsessão - tirar a maioria absoluta a Sócrates. E, nos cinco minutos que aguentei, disse "esquerda" 84 vezes. O Luís M. Jorge, presumo, a esta hora ainda está em transe.
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Aconteceu mesmo agora. A ministra da Educação é rodeada pelos jornalistas à entrada para uma reunião. Após responder, durante uns minutos, a várias questões, a ministra, delicadamente, rompe o cerco e dirige-se para a reunião. A jornalista da RTP vira-se para a câmera e começa: A ministra não responde às questões dos jornalistas...
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